Meus queridos leitores como sabem entramos na época do ano em que toda a gente decora as casas com luzinhas e pais natais, como já repararam estou a falar do Natal, hoje trago-vos um conto referente a essa época. Espero que gostem.
Ele estava a lareira a ler um livro qualquer e eu decido dar-lhe uma prenda de natal antecipada, vou até a porta da sala, abro e ele olha para mim com ar de guloso.
estou com uma camisa daquelas que as mães natal usam vermelha e com pelo branco nas bordas, cinto de ligas preto e salto alto da mesma cor, viro-me de costas para fechar a porta, olho para ele e pisco-lhe o olho, ele faz ar de quem quer mais.
Caminho na direcção dele, ele atira o livro para o chão e com um único olhar manda-me apanha-lo, assim o faço viro o rabinho para ele e baixo-me, ele dá-me uma palmada, devolvo-lhe o livro e inclino-me para beija-lo, agarra-me pelos cabelos obrigando-me a ficar de joelhos, desaperta o fecho das calças e puxa a minha cabeça para perto para chupa-lo, quando vou a faze-lo dá-me um forte puxão de cabelo para trás.
- Querias não era cadelinha?
Aceno com a cabeça que sim e faço olhinhos de cadelinha como que a pedir.
Beija a minha boca num longo beijo molhado como se me devorasse, puxa-me para cima dele no sofá e tiro-lhe a camisa, levo um estalo por isso, mas não me importo continuo a beija-lo ele retira as calças enfia bem forte no meu rabinho, mandando-me ladrar, quando se esta a vir manda que me ajoelhe e abra a boquinha e que o chupe assim o faço, no final manda-me engolir.
Depois leva-me para o quarto algema-me a cama e sai do quarto deixando-me ali louca de tesão.
Beijos Mary
Este conto esta um pouco atrasado devido a falta de disponibilidade.
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domingo, 9 de dezembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
O jantar
Era um domingo, ela estava na cozinha a preparar um bolo ou algo do género, quando me aproximo dela e sussurro-lhe "apetece-me outra coisa" e começo a beijar-lhe o pescoço.
Ela faz-se de tonta e pergunta entre sorrisos:
- O que te apetece?
Sem dizer uma palavra agarro nos seios e começo a acariciar-lhe os mamilos enquanto a beijo, consigo ver pelo reflexo da janela que ela começa a deixar-se levar.
Digo-lhe ao ouvido:
- Não te venhas sem eu dizer, minha cadelinha.
Começo a esfregar o meu sexo no rabo dela e vou apertando os seus mamilos, à medida que me vou excitando, tiro-lhe a camisola e beijo-lhe as costas enquanto abro o soutien dela.
Viro-a a para mim e começo a beijá-la, aperto-lhe os mamilos com tal força que ela geme, um gemido tanto de dor como de prazer.
Começo a chupar os mamilos enquanto desço com a minha mão até à cintura dela e lhe abro as calças o suficiente para enfiar a minha mão.
Começo a brincar com o seu sexo, ao mesmo tempo vendo a cara dela, pronta para ter um orgasmo.
Eu paro nesse momento, agarro-lhe o cabelo puxando-a para baixo até se ajoelhar e digo, com o meu sexo na mão.
-É a tua vez.
Ela olha para mim com um olhar de querer mais, a masturbar-se. Eu dou-lhe um estalo na cara.
-Já! E não te quero a tocar aí. Entendido?!
-Sim...
Mais um estalo seguido de um olhar. Ela percebe o seu erro.
-...senhor.
-Linda cadelinha, agora chupa.
Ela chupa-me intensamente, nota-se que está a arder de desejo. Quando fico satisfeito deito-a em cima da mesa da cozinha. Ela geme:
-Mete..
-Se queres mesmo tens que suplicar, cadela.
-Por favor, meu dono, imploro.
Fico algum tempo a olhar para ela , não consigo resistir aquela carinha e penetro-a com força e ela dá um pequeno grito. Continuo e ela continua a dar gemidos.
-De que estás a gritar? Queres que pare, é?!
-Não.. senhor. Mas com mais calma...
Um novo estalo.
-Aqui quem manda sou eu, não és tu!
-Sim senhor.
Continuo a fazer amor com ela. Meto-a de quatro na mesa e continuo, desta vez com ritmo mais acelerado, até que ela atinge o orgasmo.
-Não te tinha deixado acabar minha vadia.
Digo isto seguido de dois grandes estalos no seu rabo, que acabou por rosar.
-Desculpe senhor. Não volta a acontecer..
Sinto o clímax próximo, tiro para fora e meto o sexo na sua boca, onde acabo por me vir.
-Espero bem que não, cadela, ou da próxima não te safas tão facilmente.
Ela fica sem fôlego em cima da mesa uns momentos enquanto me vou embora.
No entanto, eu tinha algo planeado para quando ela fosse tomar o seu banho...
Beijos Mary *
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
A saída inesperada
A noite estava fria e escura, estávamos os dois sentados no sofá a ver um filme, quer dizer eu estava a olhar pela janela perdida nos meus pensamentos e ele estaria a ver o filme que por sinal era uma comédia, pois sou acordada dos meus pensamentos por uma gargalhada sua.
Como é lindo ele penso enquanto mantenho o meu olhar na direcção dele e o seu sorriso que me dá toda a segurança do mundo mas pormenores a parte, vou contar o que aconteceu nessa noite…
…
- Vai acender a lareira cadelinha!
Dou um suspiro de cansaço e recebo um estalo.
- Desculpe Dono, não foi com intenção.
- Vai fazer o que te mandei! JÁ!
Levanto-me e dirijo-me para a lareira, coloco umas pinhas pego no isqueiro e acendo a lareira, fico uns minutos ali imóvel a olhar para o fogo maravilhada (não sei o porque).
- Cadelinha, em que estas a pensar?
Enquanto diz isso vai pondo os braços a volta do meu pescoço, beijando-o e passando a língua na minha orelha.
Estremeço-o e respondo.
- Em nada meu querido.
Ele continua como se eu não tivesse dito nada e puxa-me os cabelos obrigando o meu corpo a ir para traz.
Beija-me num beijo tão intenso e demorado que quase sufoco, a esta altura já estremeço de prazer e sinto o meu sexo todo molhado.
Retira-me a camisa e as calças deixando-me em roupa interior, passa a sua língua pelo meu corpo, começando pelo pescoço, passando pelos meus seios e acabando no meu clítoris.
Tudo aquilo estava a deixar-me cheia de tesão mas eu sabia que não podia gozar sem a sua autorização. Estava a contorcer-me toda de prazer quando ouço a sua voz
- De joelhos cadela!
Obedeço sem dizer uma única palavra.
Sinto o seu sexo a forçar a entrada na minha boca e recebo um estalo por não a abrir, percebo a mensagem e começo a chupar devagarinho passando a língua na sua cabecinha ate começar a verter líquido.
- Mais rápido cadela estúpida!
Acelero o ritmo e sinto um jacto quente a invadir a minha boca, ordena que engula tudo, assim o faço.
Empurra-me para o chão.
-De quatro!
Coloca-me a guia e leva-me até ao quarto, amarra-me ao pé da cama, veste-se e ouço a porta da rua a bater.
Onde será que terá ido?
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