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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Corrida inesperada



Certo dia decidi marcar com uma amiga minha uma corrida junto a praia ao inicio da tarde.
Formos e corremos cerca de uma hora, em seguida eu acompanhei a casa, e ela perguntou se queria subir e beber algo ou assim, e eu desde logo aceitei.

Ela preparou me um copo com um sumo de laranja e disse que ia tomar banho num instante e ja vinha.
Chegou então a oportunidade que esperava a muito, mal ouvi a água do chuveiro a começar a correr fui logo ao quarto dela, procurei pelo sítio onde ela guardava o seu calçado, e encontrei, juntamente com as sapatilhas e meias que ela usou durante a corrida, não resisti e começei logo a cheirar ambos, reparei que ambos estavam húmidos devido ao suor dos seus pés, e ambos tinham um odor forte, sinonimo de que ela teria estado a fazer desporto.
Usufrui disto por cerca de 5min, e já eu estava bastante excitado com a situação, embora depois me tenha virado para uns chinelos de praia pretos e com estrelas, muito bonitos, e com as marcas dos seus pés, o que significava que ja estavam bastante usados, comecei a cheirar e a lamber a superfície dos chinelos, que continham o odor e o sabor do pé lindo da minha amiga....e foi neste preciso momento em que ela entra no quarto só com a toalha a volta do corpo e pergunta que e isto?


Eu fiquei sem resposta, e ela disse que se eu gostava tanto do que estava a fazer então ia fazer de mim o seu cachorrinho, e obrigou-me a lamber os chinelos todos.

De seguida disse: Vem cá meu cachorro e começa a lamber os meus pés todinhos, quero que os deixes bem lavadinhos com a tua saliva de cachorro.

Eu sem dizer nada obedeci e comecei a lavar lhe os pés com a minha língua, enfiando os dedinhos dela na minha boca e chupando cada um deles, passei com a língua entre todos os dedos, e comecei a lamber desde os dedos ate ao calcanhar, percorrendo a sola lisinha e gostosa da minha amiga.

Devo dizer que foi a coisa mais saborosa que já tive na minha boca, sentir aqueles pés gostosos, quentinhos e cheirosos na minha boca.


De seguida ela disse que já estavam bastante húmidos da minha saliva e disse: Deita-te cachorrinho que agora vou secar os meus pezinhos de dona no teu corpo...e começou me a pisar o corpo até os pés da minha amiga e agora dona secarem.

Para acabar ela disse: Foste um lindo cachorrinho, para te compensar, para a semana vamos correr novamente, mas desta vez eu vou-te levar com a minha trela, pois a partir de agora tu és o meu cachorrinho e eu sou a tua dona, portanto fazes o que eu mandar
.


Conto enviado por um leitor anónimo:)

Obrigada

Beijinhos Mary*



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O jantar

Era um domingo, ela estava na cozinha a preparar um bolo ou algo do género, quando me aproximo dela e sussurro-lhe "apetece-me outra coisa" e começo a beijar-lhe o pescoço.

Ela faz-se de tonta e pergunta entre sorrisos:
- O que te apetece?

Sem dizer uma palavra agarro nos seios e começo a acariciar-lhe os mamilos enquanto a beijo, consigo ver pelo reflexo da janela que ela começa a deixar-se levar.

Digo-lhe ao ouvido:

- Não te venhas sem eu dizer, minha cadelinha.

Começo a esfregar o meu sexo no rabo dela e vou apertando os seus mamilos, à medida que me vou excitando, tiro-lhe a camisola e beijo-lhe as costas enquanto abro o soutien dela.

Viro-a a para mim e começo a beijá-la, aperto-lhe os mamilos com tal força que ela geme, um gemido tanto de dor como de prazer.

Começo a chupar os mamilos enquanto desço com a minha mão até à cintura dela e lhe abro as calças o suficiente para enfiar a minha mão.

Começo a brincar com o seu sexo, ao mesmo tempo vendo a cara dela, pronta para ter um orgasmo.

Eu paro nesse momento, agarro-lhe o cabelo puxando-a para baixo até se ajoelhar e digo, com o meu sexo na mão.

-É a tua vez.

Ela olha para mim com um olhar de querer mais, a masturbar-se. Eu dou-lhe um estalo na cara.
-Já! E não te quero a tocar aí. Entendido?!
-Sim...

Mais um estalo seguido de um olhar. Ela percebe o seu erro.
-...senhor.
-Linda cadelinha, agora chupa.

Ela chupa-me intensamente, nota-se que está a arder de desejo. Quando fico satisfeito deito-a em cima da mesa da cozinha. Ela geme:

-Mete..
-Se queres mesmo tens que suplicar, cadela.

-Por favor, meu dono, imploro.

Fico algum tempo a olhar para ela , não consigo resistir aquela carinha e penetro-a com força e ela dá um pequeno grito. Continuo e ela continua a dar gemidos.

-De que estás a gritar? Queres que pare, é?!

-Não.. senhor. Mas com mais calma...

Um novo estalo.

-Aqui quem manda sou eu, não és tu!

-Sim senhor.

Continuo a fazer amor com ela. Meto-a de quatro na mesa e continuo, desta vez com ritmo mais acelerado, até que ela atinge o orgasmo.
-Não te tinha deixado acabar minha vadia.


Digo isto seguido de dois grandes estalos no seu rabo, que acabou por rosar.
-Desculpe senhor. Não volta a acontecer..


Sinto o clímax próximo, tiro para fora e meto o sexo na sua boca, onde acabo por me vir.

-Espero bem que não, cadela, ou da próxima não te safas tão facilmente.

Ela fica sem fôlego em cima da mesa uns momentos enquanto me vou embora.

No entanto, eu tinha algo planeado para quando ela fosse tomar o seu banho...



Beijos Mary *

sábado, 3 de março de 2012

A Partida


Tínhamos marcado um encontro, no sítio do costume, cheguei a horas mas surpreendeu-me o facto de ele já lá estar, olhei para o relógio, certifiquei-me que eram 14 horas. Decidi ficar ali um pouco a observá-lo de longe, sei que provavelmente ira castigar-me por chegar atrasada, mas mesmo assim decido ficar ali.
Olho atentamente cada traço do seu rosto, cada movimento seu, adoro ver o sol a iluminar a sua face branca e a sobressair o seu cabelo negro, como ele é lindo.
Algo chama a minha atenção, o facto de ainda não ter parado de andar de um lado para o outro indica que algo não esta bem, como se algo o perturba-se ou será apenas ansiedade?
Seja o que for esta a deixa-lo inquieto. É melhor ir ter com ele, não o quero deixar irritado.
Vou por de trás dele coloco as mãos nos seus olhos, beijo-lhe a orelha, sinto o seu perfume a invadir-me as narinas, sopro-lhe no pescoço e vejo que fica arrepiado, dou um sorriso de leve ele retira as minhas mãos dos olhos, virasse para mim e beija-me.
- Já viste as horas?
-Sim já! (digo com indiferença)
- E não tens nada para me dizer? (finta-me com um olhar de quem esta a espera)
(ele sabe o quanto eu odeio ter de pedir desculpa)
- Por acaso tenho, estava a observar-te e achei que estavas um pouco….
(sinto o seu olhar cair sobre mim, com curiosidade)
… um pouco inquieto, passa-se alguma coisa?
O seu olhar agora fica duro, frio, eu diria um pouco distante até.
Recebo um estalo, encosta-me a parede e põe a mão no me pescoço o qual começa a apertar devagar.
- Não foi isso que te perguntei!!!  Não te faças de burra!
- Desculpa Dono, não volta a acontecer.
- O que é que na volta a acontecer?
- Chegar atrasada nem observar-te de longe.
Recebo outro estalo
-Linda menina!
Deixa fugir um sorriso.
- Estavas com saudades minhas era? (digo em tom de brincadeira)
- Nem por isso… (indiferente)
- Então porque a ansiedade?
Assusto-me com o seu movimento repentino e brusco, puxa-me o cabelo para trás e beija-me.
- Saberás no tempo certo! Agora vamos.
Levou-me para sua casa.
- Quero que este dia seja mágico minha cadelinha.
- Amo-te Dono.

Começa a tirar cada peça da minha roupa cuidadosamente e a beijar cada parte do meu corpo delicadamente, ordena que me ajoelhe e eu obedeço prontamente.
Pressiona a cabeça contra o seu sexo, abro a boca e lambo devagarinho passando a língua na sua cabecinha, ouço a sua respiração forte e aumento o ritmo ate sentir um jacto quente na boca e engulo.




Sinto-me molhada, com muito tesão, quero fazer amor com ele mas sei que ainda não é a hora. Faço cara de cachorrinha, ele sorri e pergunta-me:
- Sabes que eu amo-te?
- Sim sei!! (sorri para ele).

Pega-me pelos cabelos faz-me subir para a cama, vai buscar o cinto e começa a bater-me, obrigando-me a agradecer, assim o faço.
- Um, obrigada Dono! … Trinta, obrigada Dono. (começo a ficar com a voz tremula)
- Calada cadela, não quero ouvir-te chorar.
Tento “engolir” o choro, até que ele para e passa a mão pelo meu corpo.
- Quietinha!
Sinto o seu pénis entrar no meu cu, não com a brutalidade do costume, mas com o intuito ou pelo menos pareceu-me de ser inesquecível, aumenta e diminui o ritmo, para se controlar até que finalmente se vem.
- Estavas a gostar não é vadia?

- Sim Dono, estava.
- Eu sei putinha! Deita-te. Quero comer-te.




Deito-me na cama com os pés ainda amarrados, coloca-se em cima de mim e dá-me um estalo, faço cara de provocação, recebo outro e diz-me para baixar olhar, não o faço e olho directamente para ele, puxa-me os cabelos.
- Não ouviste cadela?
- Sim ouvi (quando acabo de dizer abaixo o olhar em sinal de submissão)
- Linda menina.
Beija a minha orelha e sinto  o seu pénis a entrar  dentro de mim, vai aumentando a velocidade…
- Não quero que te venhas.

Tento aguentar o máximo, até que finalmente não consigo aguentar mais e venho-me junto com ele que me repreende com um puxão de cabelo e uma forte palmada no rabo. Desamarra-me os pés e atira-me para o chão, ordena que beije o chão (olho para ele como quem não quer lá muito) chega perto de mim, encosta a minha cabeça ao chão.
- Vais demorar muito?
Fico um pouco corada (não sei o porque) mas começo a fazer o que ele me ordenou.
- Acho bem! Agora vai tomar banho e arranja-te.

Estava pronta. Saímos no carro dele, fomos jantar a um restaurante e de seguida paramos na praia e fomos passear.

- Há algo que te quero dizer cadelinha!
- Tem a ver com andares ansioso o dia todo?
- Um pouco talvez (Diz com o olhar distante)
- O que é? (digo indiferente)
- E um bocado difícil de dizer mas… (parece preocupado)
- Desembucha.

- Vou embora. (olha para mim para ver a minha reacção)
- Já?
- Não é isso.
- Então? (agora olho para ele)
- Vou morar para outro país.
- Não estas a falar a serio pois não?
- Sim estou, surgiu uma oportunidade me Londres irrecusável
- Voltamo-nos a ver?

- Talvez.
Seguimos viagem ate minha casa sem dar uma única palavra, chegamos.

Despedimo-nos com um longo beijo.

Será que voltarei a vê-lo?
Beijinhos Mary*




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A saída inesperada

A noite estava fria e escura, estávamos os dois sentados no sofá a ver um filme, quer dizer eu estava a olhar pela janela perdida nos meus pensamentos e ele estaria a ver o filme que por sinal era uma comédia, pois sou acordada dos meus pensamentos por uma gargalhada sua.
 Como é lindo ele penso enquanto mantenho o meu olhar na direcção dele e o seu sorriso que me dá toda a segurança do mundo mas pormenores a parte, vou contar o que aconteceu nessa noite…
- Vai acender a lareira cadelinha!
Dou um suspiro de cansaço e recebo um estalo.
- Desculpe Dono, não foi com intenção.
- Vai fazer o que te mandei! JÁ!
Levanto-me e dirijo-me para a lareira, coloco umas pinhas pego no isqueiro e acendo a lareira, fico uns minutos ali imóvel a olhar para o fogo maravilhada (não sei o porque).
- Cadelinha, em que estas a pensar?
Enquanto diz isso vai pondo os braços a volta do meu pescoço, beijando-o e passando a língua na minha orelha.
Estremeço-o e respondo.
- Em nada meu querido.
Ele continua como se eu não tivesse dito nada e puxa-me os cabelos obrigando o meu corpo a ir para traz.
Beija-me num beijo tão intenso e demorado que quase sufoco, a esta altura já estremeço de prazer e sinto o meu sexo todo molhado.
Retira-me a camisa e as calças deixando-me em roupa interior, passa a sua língua pelo meu corpo, começando pelo pescoço, passando pelos meus seios e acabando no meu clítoris.
Tudo aquilo estava a deixar-me cheia de tesão mas eu sabia que não podia gozar sem a sua autorização. Estava a contorcer-me toda de prazer quando ouço a sua voz
- De joelhos cadela!
Obedeço sem dizer uma única palavra.
Sinto o seu sexo a forçar a entrada na minha boca e recebo um estalo por não a abrir, percebo a mensagem e começo a chupar devagarinho passando a língua na sua cabecinha ate começar a verter líquido.
- Mais rápido cadela estúpida!
Acelero o ritmo e sinto um jacto quente a invadir a minha boca, ordena que engula tudo, assim o faço.
Empurra-me para o chão.
-De quatro!
Coloca-me a guia e leva-me até ao quarto, amarra-me ao pé da cama, veste-se e ouço a porta da rua a bater.
Onde será que terá ido?