Meus queridos leitores como sabem entramos na época do ano em que toda a gente decora as casas com luzinhas e pais natais, como já repararam estou a falar do Natal, hoje trago-vos um conto referente a essa época. Espero que gostem.
Ele estava a lareira a ler um livro qualquer e eu decido dar-lhe uma prenda de natal antecipada, vou até a porta da sala, abro e ele olha para mim com ar de guloso.
estou com uma camisa daquelas que as mães natal usam vermelha e com pelo branco nas bordas, cinto de ligas preto e salto alto da mesma cor, viro-me de costas para fechar a porta, olho para ele e pisco-lhe o olho, ele faz ar de quem quer mais.
Caminho na direcção dele, ele atira o livro para o chão e com um único olhar manda-me apanha-lo, assim o faço viro o rabinho para ele e baixo-me, ele dá-me uma palmada, devolvo-lhe o livro e inclino-me para beija-lo, agarra-me pelos cabelos obrigando-me a ficar de joelhos, desaperta o fecho das calças e puxa a minha cabeça para perto para chupa-lo, quando vou a faze-lo dá-me um forte puxão de cabelo para trás.
- Querias não era cadelinha?
Aceno com a cabeça que sim e faço olhinhos de cadelinha como que a pedir.
Beija a minha boca num longo beijo molhado como se me devorasse, puxa-me para cima dele no sofá e tiro-lhe a camisa, levo um estalo por isso, mas não me importo continuo a beija-lo ele retira as calças enfia bem forte no meu rabinho, mandando-me ladrar, quando se esta a vir manda que me ajoelhe e abra a boquinha e que o chupe assim o faço, no final manda-me engolir.
Depois leva-me para o quarto algema-me a cama e sai do quarto deixando-me ali louca de tesão.
Beijos Mary
Este conto esta um pouco atrasado devido a falta de disponibilidade.
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domingo, 9 de dezembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
Entrevista a um Switcher
M- O que é que o fascina neste meio?
S.R - O que me fascina são as possibilidades. No bdsm pode-se ser e fazer quase de tudo o que se pode imaginar.
M- Fale-nos um pouco sobre como é ser Switcher? Alguma vez se sentiu descriminado ou alguém a ser, dentro do próprio meio?
S.R- Penso que ser switcher não é tão diferente de ser apenas dom ou sub, apenas me dá gozo praticar ambos, e claro que quando pratico estou focado apenas no lado em que me encontro. A unica diferença que acho é que há uma maior divercidade na troca de papeis, e quando somos sub estamos a aprender uns truques para quando formos nós os doms.
Nunca senti descriminação porque começei à pouco tempo mas mesmo assim sinto-me bem e é o que importa, penso que ninguém entra no mundo do bdsm com medo de preconceitos e opiniões alheias.
M- Conte-nos o seu desejo sexual.
S.R- Eu ainda tenho muito para experimentar, por isso os meus desejos podem ir mudando. Mas neste momento o meu maior desejo é praticar um pouco de bondage nos bosques, dominando. Talvez juntar um pouco de rape fantasy.
M- Como é que se deu conta que gostava de BDSM?
S.R- Sempre fui submisso no meu dia-a-dia, mas por outro lado, no fundo tinha grande vontade de dar as ordens para variar. Essas partes da minha personalidade foram gradualmente passando para a minha vida íntima, sob a forma de fetiches.
M- Que tipo de ordens gosta de dar?
S.R- Eu gosto de ordens com o objetivo de tratar a submissa como uma verdadeira cadela, ou seja, sou mais do tipo de animal play, quero-a sempre de quatro, comer no chão e “treino-a”.
M- Com que idade começou a praticar?
S.R- Começei aos 21, quando conheci alguém que partilhava esses mesmos gostos.
M- Conte-nos a sua primeira experiência.
S.R- Foi com essa mesma pessoa. Depois de muita conversa sobre Bdsm, começou a provocar-me, dando-me ordens. Nesse momento confirmei o meu gosto pois à medida que obedecia isso deixava-me excitado e esperando mais. Mais tarde, decidi tentar eu provocá-la a ela, chamando-a de cadela dando-lhe regras para cumprir e planeando castigos, e ver as suas reacções também me deixava louco.
M- E como ela reagiu?
S.R- Pode-se dizer que adorou, visto que durante um longo período de tempo passei a ser eu sempre a dominar.
M- Você está dividido entre dois lados, a submissão e a dominação. Explique-nos como é que é viver dividido.
S.R- O problema é que não vivo dividido. Essa pergunta soa quase como o que pensei a primeira vez “mas afinal sou submisso ou dominador?”. Eu sou ambos e para mim é-me natural. A única divisão é na altura de praticar, claro, e nesses casos é à vez (risos).
M- O que é que lhe dá prazer na submissão e o que lhe dá prazer na dominação?
S.R- Na submissão o que me dá prazer é entregar-me à minha parceira, deixá-la fazer de mim o que quiser, ironicamente isso dá-me uma sensação de liberdade muito afrodisiaca.
Na dominação o prazer vem do poder, saber que as minhas ordens não são contestadas e que o dever da cadelinha é satisfazer todos os meus desejos ou é castigada. A minha palavra é lei e isso dá-me gozo.
M- Mas qual dos lados prefere? Deve ter uma preferência não?
S.R- Se tivesse de escolher o favorito, diria dominação. Eu sou submisso por natureza, por isso submissão é algo que vem com facilidade. Mas tal como tinha dito, sempre tive o desejo de assumir o comando, por isso, apesar de ainda não ter tanto jeito, prefiro ser o dominador.
M- Se algum dia encontrar uma domme, é capaz de viver sem mandar?
S.R- Se encontrar alguém, seja totalmente domme ou submissa, com quem decida partilhar a minha vida, penso que sim. Eu gosto dos dois, estou disposto a praticar apenas um enquanto o outro passa a ser boas lembranças.
Obrigada pela sua disponibilidade Senhor R.
Espero que gostem caros leitores em breve virão mais entrevistas ;D
Beijinhos Mary
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Bem vindo à escravidão
Após os ultimos encontros com a minha Dona, ela decidiu tentar algo novo. Sentia que eu ainda nao lhe pertencia totalmente, sentia alguma insubordinação de minha parte, e quis certificar-se de que tal não acontecia, ou seja, queria-me a 100%. Certo dia, ela ligou-me e disse para ir imediatamente a sua casa, ou devo dizer ao seu palácio, uma vez que para além de minha Dona, era também minha Rainha. Mal cheguei ao palácio, e ja estava Ela à porta. Estava com um top preto, umas leggings pretas e sapatilhas. Reparei também que tinha uma pulseira no tornozelo. Baixei logo a cabeça à porta, ao qual ela disse:
- Demoraste muito sua putinha, vais pagá-las, para começar vais-te despir, és a minha cadelinha e nem sequer mereces estar vestida. – disse Ela furiosa.
- Sim minha Dona, tudo o que vocé ordenar. – respondi eu, completamente humilhado, embora merecido.
Obedeci à minha Dona, sem questionar a sua autoridade, de forma a compensar a minha falta de respeito para com ela. Despi-me imediatamente, e baixei-me, de forma a poder ficar aos pés dela. De seguida ela colocou-me uma coleira e começou a ir em direção aos seus aposentos, obrigando-me a ir atrás dela, de quatro.
Chegados ao quarto, ela sentou-se no seu trono e puxou-me para ela, prendendo a coleira ao seu trono. E disse:
- Acabei de chegar do ginásio e tenho os pés completamente suados, quero que te deites de barriga para o ar com a cabeça debaixo dos meus pés, vais tratar deles como uma boa cadelinha. - disse Ela sorrindo.
- Ah! Já me esquecia, os meus pés têm uma surpresa que te vai agradar. – Acrescentou ainda.
- Sim dona, adoro-a acima de tudo. – Respondi eu.
Mal me deitei, senti os seus pés quentes e suados na minha face, e de imediato, percebi tambem qual era a surpresa que Ela me guardava. Os seus pés tinham um imenso cheiro de chulé. Ela sabia que eu adorava o cheiro, que achava um estimulo. Rapidamente percebi que este odôr intenso não se devia apenas ao ginâsio, provavelmente ela nao lavava os pés há alguns dias, e foi então que percebi que tudo isto era um plano da minha Deusa. Inevitavelmente o meu pénis começou a crescer, devido aquele estimulo, e este era o seu objetivo, pois ela nao permitia isso, dando direito a castigo.
- Sua cadela vádia, não tens vergonha? Duas desobediências num só dia? Isso vai-te saír muito caro. – Disse a minha Dona furíosa, enquanto puxava a trela para ela.
Tirou a sapatilha que tinha no pé esquerdo e colocou-a na minha boca, atando com uma meia suada a volta da minha cabeça, de modo a asfixiar-me com o seu chulé. Ordenou-me que me coloca-se de quatro com o rabo virado para ela e disse:
- Este é o teu castigo por tamanha falta de respeito para comigo sua cadela, depois disto, não me desobedeces mais sua putinha. Gostas de ser puta não é? Vais ter o que mereces então.
Mal acabou de falar, senti algo frio e duro no meu rabo, e de um momento para o outro, fui penetrado sem dó nem piedade. Senti um choque elétrico a percorrer o meu corpo, e dei um gemido de dor, que depressa se tornou prazer. Olhei para trás e vi que ela tinha calçado um salto com um tacão fino e alto, e esse próprio tacão estava a penetrar o meu rabo. Rapidamente o meu pénis ficou maior e ainda mais duro, e ela percebeu de imediato.
- Ai gostas sua putinha? Então vais provar o teu cuzinho.
Mandou-me deitar de barriga para o ar e retirou os dois saltos, obrigou-me a chupar o tacão que tinha estado no meu rabo, enquanto que o outro foi colocado por ela no meu rabo. O tacão foi colocado na minha boca por um pequeno espaço, e senti nao só o odôr do seu pé como tambem o sabor do meu rabo, estava uma delicia.
Eu gemia de prazer pelo que estava a acontecer, não queria deixar ficar mal a minha dona, e ela deliciava-se ao ver o poder que tinha sobre mim, o seu escravo, a sua putinha, a sua cadelinha podolátra.
- És muito triste, devias ver a tua figura sua puta. – dizia com um sorriso sádico.
- Esse pau está muito duro, vou ter que tratar disso com os meus pés suados.
Mandou-me abrir a boca e cuspiu-me, foi um nêctar divino que provei. Cuspiu ainda sobre o meu pénis, deixando este ainda mais duro, reluzente e escorregadio. Por fim colocou os seus pés sobre ele e começou a fazer o movimento de sobe e desce sobre o meu pénis duro.
- Fode bem esse cú sua puta. – Ordenou ela.
Assim fiz, penetrei fortemente o meu rabo com o seu tacão enquanto sentia aqueles odores na minha face e enquanto era masturbado sem piedade, pela minha Rainha. Não aguentei muito mais e vim-me para os seus pés, o que a irritou profundamente.
- Já viste a merda que fizeste sua cadela vádia? É assim que me agradeces? Agora vais limpar isso tudo sua Putinha.
Peguei nos seus pés, um de cada vez, e começei a lamber, desde a sola até aos dedos, chupando cada dedinho, e passando com a lingua entre eles. Dediquei cerca de uma hora a cada pé, para me certificar que limpava a asneira que tinha cometido. Por fim, ela mandou-me limpar o outro tacão que tinha acabado de sair do meu rabo, e mandou-me passar com a língua na sapatilha que tinha sido usada no ginásio.
- Agora sua puta, vais viver aqui, arranjei-te um buraco para dormires.
Abriu a sua varanda e tinha uma casota de cão para mim, e uma tigela com comida.
- Agora és minha, para sempre, sua cadelinha.
Enquanto prendia a minha trela à casota, a minha nova casa.
Conto de Autor Desconhecido
Obrigada
Beijinhos Mary*
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Sessão a tres
Sou vendada e amarrada nas mãos, forçada a pôr-me de joelhos e quase arrastada pelo chão, com a excitação, a dor era apenas um pormenor.
Sou colocada numa mala do carro, devem ter passaram cerca de 30m e já tenho o corpo todo dorido mas finalmente o carro para.
Já dentro de uma sala retiram-me a venda e fico um pouco zonza com toda aquela luz virada para mim, um holofote, fecho e abro os olhos repetidamente ate me habituar a luz.
Estou sentada no chão, não consigo ver mais nada a minha volta aquela luz e forte e não deixa ver nitidamente no escuro, mas ouço passos a aproximar-se de mim.
Um puxão de cabelo faz virar a minha atenção para aquele homem que eu conheço tão bem, rouba-me um beijo e atira-me fortemente para o chão novamente, não reclamo, dá-me um pontapé e solto um gemido.
- Finalmente ouço esse ganido, oh fraca.
Faço de conta que não ouço e ignoro-o, aproximasse de mim, volta a pegar-me pelo cabelo
- Não ouves putinha?
Não respondo e ignoro-o de novo, empurra-me de novo para o chão e desaparece no escuro.
Ouço o som de um chicote bater no chão, cada vez mais perto ate que começa a bater em mim.
- Então agora já me ouves puta?
Continuo a ignora-lo, mas com medo do que vai acontecer.
Aííí, levo a primeira chicotada, quase que me vêem as lágrimas aos olhos, mas consigo conter-me.
- Então vais continuar a ignorar-me?
E dá-me a segunda chicotada, quando vou a tentar falar ele manda-me calar com um único gesto assim o faço.
- De quatro minha vadia! JÁ!
Ponho-me de quarto, tal como ordenado, ele coloca-me a trela e leva-me para um canto onde se encontra um poste, amarra-me lá e sai pela porta sem dizer nada.
Quatro horas mais tarde volta, mas não volta sozinho traz uma mulher com ele, loira (como ele sabe que eu detesto loiras) lábios muito vermelhos, pele rosadinha e um cabelo comprido tal como ele gosta, traz vestido um casaco de peles castanho, pelo que eu percebo é a única coisa que tem vestida.
O meu Dono chega ao pé dela e retira-lhe o casaco, fica indefesa e continua imóvel a olhar para mim, ele puxa-lhe os cabelos obrigando-a a ajoelhar-se perto de mim, manda-a beijar-me ela faz sem qualquer hesitação.
Eu faço cara de nojo, levo um estalo logo de seguida e sou mandada beija-la, faço-o com alguma repugnância (não faz muito o meu género), de seguida ele manda me sentar no chão de pernas abertas para ela, e manda ela chupar-me, tento não me vir mas é impossível mesmo não estando a gostar totalmente.
Ouço o meu dono a masturbar-se, apesar de ele estar no escuro consigo ouvir a sua respiração ofegante, depois de algum silêncio ouço:
- Troquem de posições!
Eu tento retaliar as suas ordens mas ele dirigiu-se para mim pega me pelos cabelos e começa a esfregar a minha cara no sexo dela e manda-me lamber assim o faço como ele ordenou, ouço-a a gemer e isso começa a excitar-me também, ela chega ao orgasmo pelo gemido alto que ela deu.
- Linda menina, não foi assim tão difícil pois não? - Diz-me o meu dono com ar de trocista.
- Como castigo de teres tentado escapar as minhas ordens hoje vais dormir agarrada a ela.
E começou a rir entre dentes.
Quando ele disse agarrada pensei que fosse trela com trela, mas não, deitou-nos as duas no chão uma virada para a outra cara com cara, sexo com sexo e amarrou-nos sem nos podermos sequer afastar um milímetro, antes de sair mandou dar-mos um beijo mas desta vez de língua, acho que foi o beijo mais nojento da minha vida e a noite mais longa que alguma vez tive.
Será que aquela mulher ira entra nas nossas vidas...
Sou colocada numa mala do carro, devem ter passaram cerca de 30m e já tenho o corpo todo dorido mas finalmente o carro para.
Já dentro de uma sala retiram-me a venda e fico um pouco zonza com toda aquela luz virada para mim, um holofote, fecho e abro os olhos repetidamente ate me habituar a luz.
Estou sentada no chão, não consigo ver mais nada a minha volta aquela luz e forte e não deixa ver nitidamente no escuro, mas ouço passos a aproximar-se de mim.
Um puxão de cabelo faz virar a minha atenção para aquele homem que eu conheço tão bem, rouba-me um beijo e atira-me fortemente para o chão novamente, não reclamo, dá-me um pontapé e solto um gemido.
- Finalmente ouço esse ganido, oh fraca.
Faço de conta que não ouço e ignoro-o, aproximasse de mim, volta a pegar-me pelo cabelo
- Não ouves putinha?
Não respondo e ignoro-o de novo, empurra-me de novo para o chão e desaparece no escuro.
Ouço o som de um chicote bater no chão, cada vez mais perto ate que começa a bater em mim.
- Então agora já me ouves puta?
Continuo a ignora-lo, mas com medo do que vai acontecer.
Aííí, levo a primeira chicotada, quase que me vêem as lágrimas aos olhos, mas consigo conter-me.
- Então vais continuar a ignorar-me?
E dá-me a segunda chicotada, quando vou a tentar falar ele manda-me calar com um único gesto assim o faço.
- De quatro minha vadia! JÁ!
Ponho-me de quarto, tal como ordenado, ele coloca-me a trela e leva-me para um canto onde se encontra um poste, amarra-me lá e sai pela porta sem dizer nada.
Quatro horas mais tarde volta, mas não volta sozinho traz uma mulher com ele, loira (como ele sabe que eu detesto loiras) lábios muito vermelhos, pele rosadinha e um cabelo comprido tal como ele gosta, traz vestido um casaco de peles castanho, pelo que eu percebo é a única coisa que tem vestida.
O meu Dono chega ao pé dela e retira-lhe o casaco, fica indefesa e continua imóvel a olhar para mim, ele puxa-lhe os cabelos obrigando-a a ajoelhar-se perto de mim, manda-a beijar-me ela faz sem qualquer hesitação.
Eu faço cara de nojo, levo um estalo logo de seguida e sou mandada beija-la, faço-o com alguma repugnância (não faz muito o meu género), de seguida ele manda me sentar no chão de pernas abertas para ela, e manda ela chupar-me, tento não me vir mas é impossível mesmo não estando a gostar totalmente.
Ouço o meu dono a masturbar-se, apesar de ele estar no escuro consigo ouvir a sua respiração ofegante, depois de algum silêncio ouço:
- Troquem de posições!
Eu tento retaliar as suas ordens mas ele dirigiu-se para mim pega me pelos cabelos e começa a esfregar a minha cara no sexo dela e manda-me lamber assim o faço como ele ordenou, ouço-a a gemer e isso começa a excitar-me também, ela chega ao orgasmo pelo gemido alto que ela deu.
- Linda menina, não foi assim tão difícil pois não? - Diz-me o meu dono com ar de trocista.
- Como castigo de teres tentado escapar as minhas ordens hoje vais dormir agarrada a ela.
E começou a rir entre dentes.
Quando ele disse agarrada pensei que fosse trela com trela, mas não, deitou-nos as duas no chão uma virada para a outra cara com cara, sexo com sexo e amarrou-nos sem nos podermos sequer afastar um milímetro, antes de sair mandou dar-mos um beijo mas desta vez de língua, acho que foi o beijo mais nojento da minha vida e a noite mais longa que alguma vez tive.
Será que aquela mulher ira entra nas nossas vidas...
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
O jantar
Era um domingo, ela estava na cozinha a preparar um bolo ou algo do género, quando me aproximo dela e sussurro-lhe "apetece-me outra coisa" e começo a beijar-lhe o pescoço.
Ela faz-se de tonta e pergunta entre sorrisos:
- O que te apetece?
Sem dizer uma palavra agarro nos seios e começo a acariciar-lhe os mamilos enquanto a beijo, consigo ver pelo reflexo da janela que ela começa a deixar-se levar.
Digo-lhe ao ouvido:
- Não te venhas sem eu dizer, minha cadelinha.
Começo a esfregar o meu sexo no rabo dela e vou apertando os seus mamilos, à medida que me vou excitando, tiro-lhe a camisola e beijo-lhe as costas enquanto abro o soutien dela.
Viro-a a para mim e começo a beijá-la, aperto-lhe os mamilos com tal força que ela geme, um gemido tanto de dor como de prazer.
Começo a chupar os mamilos enquanto desço com a minha mão até à cintura dela e lhe abro as calças o suficiente para enfiar a minha mão.
Começo a brincar com o seu sexo, ao mesmo tempo vendo a cara dela, pronta para ter um orgasmo.
Eu paro nesse momento, agarro-lhe o cabelo puxando-a para baixo até se ajoelhar e digo, com o meu sexo na mão.
-É a tua vez.
Ela olha para mim com um olhar de querer mais, a masturbar-se. Eu dou-lhe um estalo na cara.
-Já! E não te quero a tocar aí. Entendido?!
-Sim...
Mais um estalo seguido de um olhar. Ela percebe o seu erro.
-...senhor.
-Linda cadelinha, agora chupa.
Ela chupa-me intensamente, nota-se que está a arder de desejo. Quando fico satisfeito deito-a em cima da mesa da cozinha. Ela geme:
-Mete..
-Se queres mesmo tens que suplicar, cadela.
-Por favor, meu dono, imploro.
Fico algum tempo a olhar para ela , não consigo resistir aquela carinha e penetro-a com força e ela dá um pequeno grito. Continuo e ela continua a dar gemidos.
-De que estás a gritar? Queres que pare, é?!
-Não.. senhor. Mas com mais calma...
Um novo estalo.
-Aqui quem manda sou eu, não és tu!
-Sim senhor.
Continuo a fazer amor com ela. Meto-a de quatro na mesa e continuo, desta vez com ritmo mais acelerado, até que ela atinge o orgasmo.
-Não te tinha deixado acabar minha vadia.
Digo isto seguido de dois grandes estalos no seu rabo, que acabou por rosar.
-Desculpe senhor. Não volta a acontecer..
Sinto o clímax próximo, tiro para fora e meto o sexo na sua boca, onde acabo por me vir.
-Espero bem que não, cadela, ou da próxima não te safas tão facilmente.
Ela fica sem fôlego em cima da mesa uns momentos enquanto me vou embora.
No entanto, eu tinha algo planeado para quando ela fosse tomar o seu banho...
Beijos Mary *
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terça-feira, 1 de maio de 2012
Fim de tarde no ginásio
Certo dia, a minha amiga do jogging, agora tambem minha dona, ordenou-me que fosse ter com ela ao ginásio onde ela andava, e eu obedeci.
Cheguei no fim da aula dela, como combinado e lá apareceu ela, com umas leggings pretas e um top rosa, ela aproximou-se de mim e cumprimentou-me com dois beijos um na face e outro na boca, estava completamente encharcada de suor, o que tornava a pela dela brilhante e bastante atraente aos meus olhos.
Ela agarrou-me a mão e disse-me anda comigo que tens muito que fazer, levou me para o balneario das mulheres, despiu o top e meteu a volta do meu pescoço, em seguida disse: sê uma boa cadelinha e anda lamber e o suor do peito e das axilas da tua dona, foi o que fiz e adorei provar aquele odor e fluidos oriundos do corpo escaldante da minha dona.
Em seguida ela sentou-se num banco e mandou-me ficar de quatro aos pes dela e disse: Retira as minhas sapatilhas e meias e vais cheira-las, vais ver se tem chulé, e se tiver vais lamber o chulé todo dos meus pezinhos sua cadela.
E assim o fiz, senti aquele odor extremamente forte nas meias suadas e molhadas dela, e nas sapatilhas, e afirmei ao que ela respondeu com um pé diretamente na minha boca e ordenou: Lava esses pés todinhos, so quero vê-los melados da tua sáliva, o chulé é para tu o comeres.
Assim fiz, cuspi lambi e cheirei os pes da minha dona, e no fim ela secou-os pisando o meu peito como se fosse um tapede.
Em seguida ela sentou-se num banco e mandou-me ficar de quatro aos pes dela e disse: Retira as minhas sapatilhas e meias e vais cheira-las, vais ver se tem chulé, e se tiver vais lamber o chulé todo dos meus pezinhos sua cadela.
E assim o fiz, senti aquele odor extremamente forte nas meias suadas e molhadas dela, e nas sapatilhas, e afirmei ao que ela respondeu com um pé diretamente na minha boca e ordenou: Lava esses pés todinhos, so quero vê-los melados da tua sáliva, o chulé é para tu o comeres.
Assim fiz, cuspi lambi e cheirei os pes da minha dona, e no fim ela secou-os pisando o meu peito como se fosse um tapede.
Ao fim ela despiu-se para ir tomar banho e ordenou que tambem me despi-se e fica-se a frente dela a masturbar-me para a roupa suada dela, meias e sapatilhas inclusive, assim o fiz no fim ela saiu do banho vestiu-se e disse-me que me tinha portado bem, e que teriamos mais aventuras de dona e cadelinha, mal posso esperar.
conto de um leitor
Beijinhos Mary*
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sexta-feira, 6 de abril de 2012
Sessao na floresta
Sinto um arrepio que me percorre a espinha de cima a baixo, uma mão tapa-me os olhos, uma voz inconfundível pronuncia as palavras mais doces que alguma vez ouvira, viro-me e recebo um longo beijo molhado com um abraço como se não houvesse amanha.
- Vamos minha cadelinha.
- Sigo-o até ao seu carro.
- Sigo-o até ao seu carro.
Estaciona numa floresta julgo eu, pelas arvores todas que nos rodeiam, mas um sitio desperta a minha curiosidade uma arvore maior que as outras e que em ao seu redor não existe tanta florestação como nas outras.
- A minha putinha está com vergonha é?
Com a impossibilidade de falar abaixo a cabeça em sinal de humilhação.
Passa a sua mão no meu sexo repara que estou molhada.
Passa a sua mão no meu sexo repara que estou molhada.
- Estás a gostar né cadelinha?
Vai até ao carro trás um objecto na mão, começa a andar em redor da árvore e a cada volta dá me uma chicotada nas pernas, solto algumas lágrimas mas ele manda-me calar e não chorar.
Quando se cansa de me bater vem até mim e começa a masturbar-me com os dedos bem devagar:
- Não te venhas sem minha ordem cadela!
Para cima e para baixo bem devagarinho, aquele pequeno movimento estava a levar-me a loucura, começava já a contorcer-me de tesão, tento suplicar com os olhos mas ela não ligava nenhuma.
- Se te vieres, ficas aqui assim da forma que estás, ouviste bem?
Abano com a cabeça que sim.
Ele continua sem parar com aquela tortura, enfia outro dedo, quase que me venho mas consigo segurar, o tesão começa a ser muito e eu já não estou a conseguir aguentar, mas não quero ficar ali assim.
- Podes-te vir cadelinha!
Assim o faço rapidamente, até porque já não aguentaria muito mais. No fim tira-me a mordaça e obriga-me a lamber os seus dedos, tem um gosto ruim, faço cara feia e recebo um estalo:
- Agradece!
- Obrigada meu Dono, sou a cadelinha mais feliz do mundo.
Retirou-me a corda, colocou-me a trela e obrigou-me a ir dar uma volta com ele pela floresta de quatro, fui com alguma dificuldade pois dói-a muitos nos joelhos e nas mãos mas no fundo eu estava a adorar, quando chegamos ao carro ele deu-me um beijo e ordenou que subisse assim o fiz e por fim ele deixou-me em casa depois de umas brincadeiras no carro :)
Beijinhos mary*
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sábado, 3 de março de 2012
A Partida
Tínhamos marcado um encontro, no sítio do costume, cheguei a horas mas surpreendeu-me o facto de ele já lá estar, olhei para o relógio, certifiquei-me que eram 14 horas. Decidi ficar ali um pouco a observá-lo de longe, sei que provavelmente ira castigar-me por chegar atrasada, mas mesmo assim decido ficar ali.
Olho atentamente cada traço do seu rosto, cada movimento seu, adoro ver o sol a iluminar a sua face branca e a sobressair o seu cabelo negro, como ele é lindo.
Algo chama a minha atenção, o facto de ainda não ter parado de andar de um lado para o outro indica que algo não esta bem, como se algo o perturba-se ou será apenas ansiedade?
Seja o que for esta a deixa-lo inquieto. É melhor ir ter com ele, não o quero deixar irritado.
Vou por de trás dele coloco as mãos nos seus olhos, beijo-lhe a orelha, sinto o seu perfume a invadir-me as narinas, sopro-lhe no pescoço e vejo que fica arrepiado, dou um sorriso de leve ele retira as minhas mãos dos olhos, virasse para mim e beija-me.
- Já viste as horas?
-Sim já! (digo com indiferença)
- E não tens nada para me dizer? (finta-me com um olhar de quem esta a espera)
(ele sabe o quanto eu odeio ter de pedir desculpa)
- Por acaso tenho, estava a observar-te e achei que estavas um pouco….
(sinto o seu olhar cair sobre mim, com curiosidade)
… um pouco inquieto, passa-se alguma coisa?
O seu olhar agora fica duro, frio, eu diria um pouco distante até.
Recebo um estalo, encosta-me a parede e põe a mão no me pescoço o qual começa a apertar devagar.
- Não foi isso que te perguntei!!! Não te faças de burra!
- Desculpa Dono, não volta a acontecer.
- O que é que na volta a acontecer?
- Chegar atrasada nem observar-te de longe.
Recebo outro estalo
-Linda menina!
Deixa fugir um sorriso.
- Estavas com saudades minhas era? (digo em tom de brincadeira)
- Nem por isso… (indiferente)
- Então porque a ansiedade?
Assusto-me com o seu movimento repentino e brusco, puxa-me o cabelo para trás e beija-me.
- Saberás no tempo certo! Agora vamos.
Levou-me para sua casa.
- Quero que este dia seja mágico minha cadelinha.
- Amo-te Dono.
Começa a tirar cada peça da minha roupa cuidadosamente e a beijar cada parte do meu corpo delicadamente, ordena que me ajoelhe e eu obedeço prontamente.
Pressiona a cabeça contra o seu sexo, abro a boca e lambo devagarinho passando a língua na sua cabecinha, ouço a sua respiração forte e aumento o ritmo ate sentir um jacto quente na boca e engulo.
Sinto-me molhada, com muito tesão, quero fazer amor com ele mas sei que ainda não é a hora. Faço cara de cachorrinha, ele sorri e pergunta-me:
- Sabes que eu amo-te?
- Sim sei!! (sorri para ele).
Pega-me pelos cabelos faz-me subir para a cama, vai buscar o cinto e começa a bater-me, obrigando-me a agradecer, assim o faço.
- Um, obrigada Dono! … Trinta, obrigada Dono. (começo a ficar com a voz tremula)
- Calada cadela, não quero ouvir-te chorar.
Tento “engolir” o choro, até que ele para e passa a mão pelo meu corpo.
- Quietinha!
Sinto o seu pénis entrar no meu cu, não com a brutalidade do costume, mas com o intuito ou pelo menos pareceu-me de ser inesquecível, aumenta e diminui o ritmo, para se controlar até que finalmente se vem.
- Estavas a gostar não é vadia?
- Sim Dono, estava.
- Eu sei putinha! Deita-te. Quero comer-te.
Deito-me na cama com os pés ainda amarrados, coloca-se em cima de mim e dá-me um estalo, faço cara de provocação, recebo outro e diz-me para baixar olhar, não o faço e olho directamente para ele, puxa-me os cabelos.
- Não ouviste cadela?
- Sim ouvi (quando acabo de dizer abaixo o olhar em sinal de submissão)
- Linda menina.
Beija a minha orelha e sinto o seu pénis a entrar dentro de mim, vai aumentando a velocidade…
- Não quero que te venhas.
Tento aguentar o máximo, até que finalmente não consigo aguentar mais e venho-me junto com ele que me repreende com um puxão de cabelo e uma forte palmada no rabo. Desamarra-me os pés e atira-me para o chão, ordena que beije o chão (olho para ele como quem não quer lá muito) chega perto de mim, encosta a minha cabeça ao chão.
- Vais demorar muito?
Fico um pouco corada (não sei o porque) mas começo a fazer o que ele me ordenou.
- Acho bem! Agora vai tomar banho e arranja-te.
Estava pronta. Saímos no carro dele, fomos jantar a um restaurante e de seguida paramos na praia e fomos passear.
- Há algo que te quero dizer cadelinha!
- Tem a ver com andares ansioso o dia todo?
- Um pouco talvez (Diz com o olhar distante)
- O que é? (digo indiferente)
- E um bocado difícil de dizer mas… (parece preocupado)
- Desembucha.
- Vou embora. (olha para mim para ver a minha reacção)
- Já?
- Não é isso.
- Então? (agora olho para ele)
- Vou morar para outro país.
- Não estas a falar a serio pois não?
- Sim estou, surgiu uma oportunidade me Londres irrecusável
- Voltamo-nos a ver?
- Talvez.
Seguimos viagem ate minha casa sem dar uma única palavra, chegamos.
Despedimo-nos com um longo beijo.
Será que voltarei a vê-lo?
Beijinhos Mary*
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
A saída inesperada
A noite estava fria e escura, estávamos os dois sentados no sofá a ver um filme, quer dizer eu estava a olhar pela janela perdida nos meus pensamentos e ele estaria a ver o filme que por sinal era uma comédia, pois sou acordada dos meus pensamentos por uma gargalhada sua.
Como é lindo ele penso enquanto mantenho o meu olhar na direcção dele e o seu sorriso que me dá toda a segurança do mundo mas pormenores a parte, vou contar o que aconteceu nessa noite…
…
- Vai acender a lareira cadelinha!
Dou um suspiro de cansaço e recebo um estalo.
- Desculpe Dono, não foi com intenção.
- Vai fazer o que te mandei! JÁ!
Levanto-me e dirijo-me para a lareira, coloco umas pinhas pego no isqueiro e acendo a lareira, fico uns minutos ali imóvel a olhar para o fogo maravilhada (não sei o porque).
- Cadelinha, em que estas a pensar?
Enquanto diz isso vai pondo os braços a volta do meu pescoço, beijando-o e passando a língua na minha orelha.
Estremeço-o e respondo.
- Em nada meu querido.
Ele continua como se eu não tivesse dito nada e puxa-me os cabelos obrigando o meu corpo a ir para traz.
Beija-me num beijo tão intenso e demorado que quase sufoco, a esta altura já estremeço de prazer e sinto o meu sexo todo molhado.
Retira-me a camisa e as calças deixando-me em roupa interior, passa a sua língua pelo meu corpo, começando pelo pescoço, passando pelos meus seios e acabando no meu clítoris.
Tudo aquilo estava a deixar-me cheia de tesão mas eu sabia que não podia gozar sem a sua autorização. Estava a contorcer-me toda de prazer quando ouço a sua voz
- De joelhos cadela!
Obedeço sem dizer uma única palavra.
Sinto o seu sexo a forçar a entrada na minha boca e recebo um estalo por não a abrir, percebo a mensagem e começo a chupar devagarinho passando a língua na sua cabecinha ate começar a verter líquido.
- Mais rápido cadela estúpida!
Acelero o ritmo e sinto um jacto quente a invadir a minha boca, ordena que engula tudo, assim o faço.
Empurra-me para o chão.
-De quatro!
Coloca-me a guia e leva-me até ao quarto, amarra-me ao pé da cama, veste-se e ouço a porta da rua a bater.
Onde será que terá ido?
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